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Jun 14

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Bola dividida do naming rights

No final de abril, Unilever e Sollys Osasco decidiram a Superliga feminina de vôlei. O jogo, disputado em Belo Horizonte, foi vencido pelo Unilever, mas para Globo e SporTV, donos dos direitos de transmissão, foi o time do Rio de Janeiro quem venceu a equipe de Osasco.

Meio e Mensagem – 14/06/2011

Comentário:

Muito bem colocada esta matéria do meio e mensagem. A questão do direito de nomeação é algo já amadurecido em outros países e algo que deve ser colocado em pauta na sociedade. Empresas que investem no esporte precisam ter seus direitos preservados, os clubes que se dispões a ceder o nome de sua arena ou o próprio nome da equipe precisam se certificar que nos contratos de transmissão o direito que foi cedido será respeitado pelo menos pela mídia detentora dos direitos de transmissão. Precisamos evoluir nesta área, precisamos estimular que as empresas invistam no Esporte. As emissoras também podem se beneficiar disto, indo atrás dos detentores de naming rights e oferecendo planos de mídia que complementem o investimento no naming right.

As informações que tenho coincidem com as da matéria em relação a uma maior flexibilidade das emissoras na apresentação de patrocinadores. Acredito que até a qualidade das matérias deve melhorar, porque aquele close que dão nas entrevistas coletivas para não mostrar os patrocinadores do backdrop e do boné deixam as transmissões horríveis…. os técnicos já não são muito bonitos, com aquele zoom nós vemos todas as rugas deles…

Matéria Completa:

http://www.meioemensagem.com.br/home/midia/em_perspectiva/20110613Bola-dividida-do-naming-rights

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